segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

A Nova Cadela Completo




O BDSM é algo que nos faz puxar pela imaginação e sonhar com algo que mais tarde queremos realizar.
E perante isto, dei comigo enterrado no sonho. Algo que me faz alegrar o dia, fugindo a rotina chata do dia a dia.
Estou na sala, enterrado no sofá com o Notebook ao colo, vou lendo os vários blogs sobre o tema do bdsm, a musica preenche o ambiente calmo da leitura.
Sara anda pela casa tratando das lidas do lar, trajando um uniforme lindo de criada francesa. Ela hoje sabe que vou receber uma visita de uma possível irmã, por isso ela está ansiosa e nervosa. Nos últimos dias falamos muito sobre este assunto, finalmente chegamos os dois a um acordo sobre a sua irmã de coleira.
A candidata ao lugar foi escolhida através de uma rede social na internet, ficando ao meu encargo a entrevista e a decisão de aceitar ou não. O nome dela é Cristina e tem 28 anos, é da nossa zona residencial e trabalha na cidade num escritório de contabilidade. Estou muito reticente, porque acho Cristina ainda jovem e com muitas ideias baunilhas, algo que já não tenho muita paciência para aturar. Vamos aguardar a entrevista para ver a reacção dela as perguntas e situações que lhe for colocando.


A campainha de casa toca, e Sara deslocasse para o hall entrada e recebe Cristina de uma forma muita oficial. Pedindo que aguarde ali enquanto vai informar o Mestre da sua chegada. Sara aproximasse do mim e informa-me que Cristina está no hall aguardando. Digo a Sara para encaminhar Cristina até ao meu escritório e que lhe faça companhia até a minha chegada.
_ Sim, Mestre. Assim farei.
Sara foi ao encontro de Cristina e encaminhou-a até ao escritório do seu Mestre, e disse para se sentar na cadeira em frente da secretária de madeira. Sara ficou de pé ao lado da cadeira do seu Mestre com a cabeça baixa e mãos atrás das costas. Cristina tentava relaxar do ambiente pesado,  e fazia varias perguntas a Sara, que continuava imóvel e silenciosa. Sara sabia que o Mestre estava vendo e escutando tudo através do Notebook, ela ria-se por dentro pois sabia que Dom Bel ia passar um sermão dos bons aquela promessa de cadela. Os minutos vão passando lentamente e Cristina desespera pela demora de Bel, e começa a verbalizar a insatisfação a Sara de tal demora e que não faltava muito para se retirar.
Já irritada levantou-se e soltando palavrões dirigiu-se a porta do escritório, rodou a maçaneta e encarou um corpo a murar a saida.
_ Vai algum sitio? Penso que não! Agora sente-se e fique bem quietinha cadela vagabunda, antes que perca já a paciência contigo.
Cristina gelou, e prontamente obedeceu e sentou-se rapidamente.Todo o seu corpo tremia de pavor e tesão.
Sara, como uma estátua em seu lugar estava satisfeita com o espectáculo que assistia, e já estava a ficar húmida de tesão. Anda Cadela ranhosa, o meu Dono tratará de ti como mereces.... hihihihihi...
Bel, sentou-se na secretária, e deixou passar  o quanto chateado estava para o seu semblante.
- Quero-te esclarecer algumas coisas. Uma delas é que não fui eu que foi até ti, mas sim o contrario. Outra coisa, um Mestre só precisa de uma má discípula para deixar de ser um bom Mestre. E eu vou garantir que essa discípula não és tu. Este é o meu mundo e o mundo da cadela sara, as regras são quase todas muito simples e claras. Por isso, nem precisas de ser muito esperta para as entender, basta ter força de vontade e amar o teu Mestre acima de tudo. Entendeu cachorra.
- Sim. Respondeu a Cristina com a voz tremula e as lágrimas a espreitar os olhos.
Bel, saltou da cadeira e espetou os punhos na secretária, parecia que tinha caído uma bomba no escritório, tudo em volta tremeu. A Cristina ficou enterrada na cadeira em pânico.
-Sim! Sim, quê? - Gritou o Mestre, de raiva.
-Sim, Mestre. - As lágrimas explodiam agora dos seus olhos, e rolavam pelo rosto.
Este era o espectáculo que enchia de gozo e alegria o coração de sara, rezando a cada minuto pela desistência do seu Mestre pela Cristina.
Bel, sentou-se confortavelmente na sua cadeira, como quem está preste a ver um show e ordenou a Cristina que se levantasse e começasse a retirar a roupa peça por peça. Já nua e tentando cobrir a sua nudez com as mãos, aguardava a próxima ordem.





Abrindo uma mala preta grande, Bel retirou dela algo preto que entregou a sara, e colocou dois dildos diferentes em tamanho, feitio e cor, em cima da secretaria.
Levantou-se e agarrou na sara, e dei-lhe um enorme beijo que quase lhe retirou o fôlego por completo, acarinhando de  seguida a sua face meiga e rosada.
_ sara, coloque isto na cristina. E regressou ao seu cadeirão apreciando o espectáculo.
sara, colocou na cintura de cristina algo que parecia um corpete, mas que lhe deixava o peito exposto na mesma, agarrado tinha abraçadeiras de couro presas ao corpete por uma corrente, deixando os seu braços sempre atrás das costas. ficando uma tira presa ao colete da cintura para baixo.
Bel, ordenou que sara voltasse ao seu sitio e dirigiu-se com os dildos para cristina. Colocou um gel nos dildos e colocou um na vagina e o outro ânus, e passou-lhe a tira de couro pelo meio das pernas de cristina e prendeu a ponta na frente do corpete, bem apertada.
cristina olhava pasmada e lutava contra o corpete, mas aquela sensação era de facto maravilhosa, exposta, medo, corpo preenchido, e a luta para se soltar deixava-na cada vez mais excitada.
Agora Bel trazia consigo uma corrente com um sistema de aperto de mamilos e uma gag ball preta com vários furos. Puxou os cabelos de cristina fortemente para trás fazendo-a soltar um grito, em que o Bel aproveitou para colocar a gag ball e prendeu-a bem apertada a  nuca de cristina. Colocou-se de frente a cristina e dei-lhe vários tapas no rabo, seios e na face. Tapas que deixaram a pele num rosado maravilhoso e quente. Por fim, colocou a corrente presa aos mamilos e afinou a pressão das molas até cristina começar a molhar os olhos.
Bel, satisfeito encostou-se a secretaria e puxou sara para sua frente, e ambos admiravam cristina satisfeitos com que viam, de repente os dildos começaram a vibrar e cristina fazia uma cara estranha, que misturava surpresa e prazer.
Bel, olhando satisfeito, ia mexendo nos seios e na vagina de sara, olhando para cristina beijava o pescoço de sara e acarinhava os seus cabelos, fazendo saltar gemidos de prazer, que virava o rosto tentando receber um beijo de seu Mestre.
A velocidade dos dildos aumentava cada vez mais, e a saliva caia agora no meio dos seios e um liquido escorria pelas pernas abaixo.
Mestre virou a sara para si e mandou-a a joelhar a sua frente, sara retirou com calma o pénis do Mestre e logo começou a chupar com enorme prazer.

Notava-se no olhar a inveja de cristina por não estar no lugar de sara, a chupar aquele pénis. Bel, com um sorriso estampado no rosto de satisfação não demorou a levantar sara e inclina-la sobre a lateral da secretaria, de seguida enfiou o seu pénis de sara dando-lhe com estocadas fortes que saltavam longos gemidos de satisfação dos lábios de sara.
Os dildos de cristina estavam agora na velocidade máxima, e as suas pernas lutavam para manter o seu corpo de pé.
Bel pegou nos cabelos de sara, e aumentou a velocidade das suas estocadas até lhe sair um longo gemido que era sinal que explodia o seu suco na vagina de sara. Depois tombou sobre as costas de sara onde com calma beijava o pescoço e acarinhava os cabelos de sara, recuperando a pouco a pouco o fôlego e as forças.
Por fim, as pernas de cristina acabaram por ceder caindo de joelhos na carpete grossa. Sentiu-o os dildos pararem de vibrar e olhando a sua frente viu Bel com um controle na mão que de seguida beijou sara com um enorme beijo de carinho e amor, deixando o controle em cima da secretaria passou por cristina e retirou-lhe a gag ball e acarinhou a sua face, limpando os restos de saliva da sua boca. e com um empurram forte fez cristina tombar na totalidade sobre a carpete.

- cristina, quero-te aqui para a semana, para falarmos. sara, querida, cuida de cristina e limpai e arrumai tudo de novo nos sítios.
Bel saiu encostando a porta, e sara e cristina permaneceram imóveis por mais uns minutos recuperando forças e apreciando o doce momento.

Dom Bel

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Vida de Escrava

Minha vida começou a mudar no momento em que eu achava que iria melhorar.
Tudo parecia encaminhar para o sucesso foi quando aconteceu tudo isto que lhes vou narrar.
Cheguei pontualmente ao escritório do meu namorado que ficava na sua própria casa na zona nobre da cidade.
Estava vestida a caráter, uma saia social abaixo dos joelhos, um casaco básico e saltos baixos.
Coloquei uns óculos só pra charme.
Ele estava sentado, o seu escritório era uma enormidade, cheio de mobília cara e com vidros espelhados por toda parte.
Ele me olhou e deu Bom dia sem se levantar da cadeira.
Sentei á sua frente numa cadeira que parecia estar lá para mim e fiquei aguardando que ele tirasse os olhos dos possíveis processos que analisava.
Só podia ver a parte de cima de seu fato, a gravata estava meio torta.




Quando ele se levantou apanhei um susto muito grande: ele estava nu da cintura para baixo e tirou de lá de baixo uma jovem completamente nua com uma espécie de mordedor na boca só que este a deixava de boca completamente aberta.



"-Tu podes sair agora, tenho outros assuntos pra resolver vai cuidar dos teus afazeres."
Bel a enxotou com um pontapé e enquanto ela passava por mim pude notar o seu olhar de terror pra mim.
Não estava  a entender o que acontecia e antes de me dar conta ele fechou a porta do seu escritório enquanto eu estava muda e afastava a cadeira de acordo com a aproximação.
"- O que significa isto? Quem é aquela garota? O que estavas a fazer com ela? Não te aproximes de mim senão eu vou gritar."
Bel deu uma profunda gargalhada e de súbito as suas mãos arderam no meu rosto, derrubando-me junto com os papeis do meu projeto no chão.
"-Grita se quiseres, os vidros e  esta sala foi projetada para abafar os sons e além do mais ninguém te ajudaria aqui. A única pessoa nesta casa é a minha empregada: Mônica e tu vis-te como eu a trato."
"-Tu és louco! Deixa-me sair daqui agora."
"-Pra mim tu não dás ordens!"



Tentei sair dele mas fui atingida por um estalo bem forte, caí da cadeira e fui arrastada pelos cabelos até a mesa dele de onde ele tirou alguns papeis de dentro de um envelope e mos deu. Sentou-se novamente na sua cadeira e disse-me:
"- Lê isso aí o que me dizes!"
Recolhi aqueles papéis, com uma imensa raiva. Nunca ninguém me tinha encostado a mão, nem o meu pai.
"-O que você quer com isso?" – perguntei-lhe confusa.
(Tinha lá umas fotos minhas com umas poses um pouco indecentes)
"-Vê no final do envelope."
Conferi como ele disse e continha um contrato. A cada linha que lia um suor seco escoava pelo meu rosto e os olhos umedeciam, contendo uma lágrima que eu não devia verter.
"-Eu escolhi-te depois de muita pesquisa Sara, só depois disso é que te mandei chamar a minha casa."
"-Isto não pode ser verdade!" (Tentei incuti-lhe algum tipo de juízo e compaixão)
"-Tu não podes achar que este contrato pode legitimar alguma destas praticas aqui descritas."
"-Tanto eu como tu sabemos que isto é só mais uma questão para ti, se não aceitas isso vou agora mesmo colocar essas tuas fotos na net e vais ficar na lama perante toda a tua família, quero ver como tu vais conseguir encarar a tua família e amigos depois disso."
 Chorei. Não tinha naquela solução nenhuma. Só imaginava que por trás daquela mesa ele estava nu e já me sentia despida ante seu olhar canibal. Tive de ler até o fim todo aquele extenso contrato deturpado e louco.
Nele previa que eu deveria me submeter a todos os desejos e vontades, todo meu corpo seria de posse dele pra usufruir como bem entendesse, que deveria estar disponível a qualquer hora e ser obediente em tudo quanto ordenado.
Tinha muito mais coisas escritas mas estava desesperada pra fazer alguma coisa. Não tendo outra opção eu deveria acatar, por a minha família, afinal tinha uma filhos que não suportar-ião tal verdade.
"-Acho que tu já deves de ter a tua decisão. Fica só de duas peças agora mesmo e sempre que fores cumprir alguma ordem minha responde Sim Mestre."
Eu não suportaria aquilo. Tinha de ser mais forte. Continuei sentada pensar que eu não tinha outra opção.
Fiquei com medo quando ele se levantou e pegou numa vareta curta de bambu que estava perto e encolhi-me toda quando ele me bateu três vezes com ela. Doía e queimava minha pele, ardendo o fogo do inverno sádico no qual ia penetrar e minha condenação estava no contrato que eu ainda não tinha assinado mas ele certamente me iria fazer assinar.
"- Gosto que as minhas ordens sejam cumpridas rapidamente entendes-te cadela?"
"- Sim, entendi. Para de me bater. Me... Mes... Mestre!



Aquela palavra veio sem eu ter qualquer controle. Bel deve de ter gostado daquilo. Voltou ao seu lugar e eu fiquei em pé, de cabeça baixa, desabotoando a minha camisa, tirando os meus sapatos e odiando profundamente o dia em que tirei aquelas malditas fotos que me colocaram ali. Estava só de calcinha e sutiã. Fiquei ereta e ele mandou que eu levasse as minhas roupas e assinasse o contrato na sua frente. Assim o fiz e quando acabei ele agarrou meus cabelos e espalmou meus braços na mesa, derrubando tudo que tinha por lá, habilmente amarrou minhas mãos de um modo firme e eu não tinha como tirar. Fiquei encurvada. Olhei pra trás e lá estava de pênis ereto, batendo uma punheta enquanto me olhava tremendo de medo.


"- Por favor, não faças nada comigo!" (implorei cheia de lágrimas e com a voz mais fraca do que queria demonstrar.)
"- E porque não? Vou te ensinar algo que já sei a muito tempo. Minha posição social não permite que eu dê tais julgamentos a todos mas se pudesse decretaria que todas as mulheres fossem escravizadas. É para isso que nasceram, o instinto feminino segue a risca o seu anterior, ou seja, nos primórdios eram assim que as mulheres eram tratadas e gostavam disso. Provei essa teoria com a minha empregada, e não me senti mais culpado ou menos culpado do que me sentiria se tivesse feito com qualquer uma.
Meu namorado só podia ser um louco desvairado mas infelizmente eu estava nas mãos dele. Mãos essas que vieram de encontro aos meus seios, acariciando-os por debaixo do sutiã vermelho enquanto ele esfregava seu membro no meu cuzinho ainda suavemente protegido pela calcinha.
"- Chama-me de mestre!"
"- Nunca ..." mesmo naquela situação eu recusava a aceita-lo de tal forma e lutaria com todas as forças contra aquilo. Foi um erro pois na mesmo hora ele apertou violentamente os bicos dos meus seios, as aureolas rosadas no mesmo instante ficaram vermelhas e eu gritei com a dor lancinante.


"- Vou te ensinar o que é o respeito."
Pegou um cinto de couro bem grosso da gaveta e o que se seguiu foram intermináveis minutos onde ele me bateu com toda a sua força com aquele cinto pesado e frio. Gritava a cada golpe, desesperada pela dor, a minha pele assando, minhas coxas e glúteos avermelhando mais e mais até que sendo insuportável aquele martírio atendi aquela ordem grotesca.
"Ta bom Mestre, eu te chamo de Mestre o quanto quiseres."
Bel sorriu. Tinha autoridade quando pegou no meu queixo fazendo-me olhar seus inexpugnáveis olhos.
"- Estás a começar a aprender. Infelizmente pra ti eu não consigo fazer sexo com uma mulher que tenha maus modos na língua, certificar-me-ei antes de enfiar o meu pau nesses teus buracos imundos que pelo menos as tuas palavras estejam de acordo.
"- Sim, estão, pode testar Mestre."
Eu não sou nenhuma mulher burra. Sabia o que ele queria de mim. Que mostrasse minha submissão através das humilhações verbais. Faria até por que não estava nenhum pouco interessada nas lambadas daquele cinto e no fundo sabia que ele ainda estava a ser bonzinho. Tinha certeza que a sua empregada tinha mais propriedade em conhecer a fúria e crueldade dele o que eu. Mesmo assim não escapei de outra sessão de surra. Só que desta vez ele não usou nenhum instrumento. Mostrou-me quanto pesam suas mãos ásperas que pareciam ferro quando acertavam minhas pernas e cuzinho.

A cada palmada eu era obrigada a lhe chamar de mestre e a medida que aquilo se prolongava outras palavras surgiam dos meus lábios como se ele estivesse garimpando a devassidão que procurava em mim.
"-Ai Mestre... Senhor... Dono... Eu serei tua Cadela... Tua puta... Tua escrava..."
Esperava atingi-lo e assim ter um pouco de misericórdia do meu próprio carrasco. Ele arrancou bruscamente minha calcinha, deixando-me finalmente nua e machucada. Passou a mão na minha vagina e no buraco do meu cuzinho, inspecionava e para agradá-lo abri as pernas mas não conseguia controlar os meus tremores e a enorme vontade de me fechar, de gritar a todo mundo que um invasor estava prestes a me estuprar.
  
Só que necessariamente ele não era um invasor e aquilo por mais que eu quisesse pensar diferente não era um estupro. Estava presa a ele de uma forma diferente. Ordenou que eu ficasse nas pontas dos pés, bem inclinada e amarrou meus pés e tornozelos nos pés da escrivaninha. Tirou de algum lugar um tipo de pequena tábua onde havia um prego bem afiado e grande e tive de ficar mais ainda na ponta dos pés para que aquilo não me furasse. Estava imóvel e não podia abaixar-me.
Foi quando ele começou a me acariciar e estimular de todas as formas. Passava a língua nas cavidades, meteu primeiramente um dedo, gostou do que sentiu e meteu o outro, sugou meu clitóris e meteu sua língua bem fundo. Trabalhava em mim com uma maestria como nunca teve, aliás, as práticas com ele eram com amor mas nunca me tinham excitado assim, na maioria das vezes eu não conseguia chegar a um orgasmo mas fingia um sorriso feliz. Comecei a gemer sem controle, e ia repetindo que não com os lábios mas o corpo formigando com aquele prazer imundo.
Escapava de vez em quando um sim, um não, um Mestre e eu tentava mas não conseguia reprimir os meus lábios, por que que ele não me colocou uma mordaça? Aquilo era cruel. Gozei duas vezes até ele estar satisfeito com o gosto dos meus sucos e da minha xaninha.
"-Muito bem vadia, vejo que tens uma xana de alto nível, com poucos toques já estava totalmente molhada, olha só esses tetas eriçadas. Imagina quando eu colocar minha mão toda aí dentro."
Aquilo fez-me acordar novamente para realidade e um frio percorreu-me a espinha. Suas duas mãos encaixaram-se perfeitamente nas minhas ancas, como barro nas mãos de um oleiro. Não saberia responder precisamente o que senti quando isso aconteceu, se seria algum tipo de remorso e culpa por ter sentido prazer, se simplesmente tinha sido humilhada a ponto de não me importar só sei que quando ele me tocou assim, soube que seria possuída naquela posição, empinada, com o pé quase sangrando do prego e teria de ser firme.

Bel jogou todo o seu peso pra cima do meu corpo, o que não era pouca coisa e foi enfiando bem devagar, apreciando cada milímetro do meu órgão que nunca recebera outro homem se não meu ex que foi quem me tirou a virgindade. Podia sentir, apesar de toda preliminar prazerosa, uma ponta terrível de dor, o seu pau era muito grande e abria-me toda, some-se a isso aqueles malditos pregos que não me deixavam abaixar o pé. Já tinha entrado metade quando senti o hálito quente dele bem perto, uma de suas mãos agarrou o meu seio esquerdo, apertando-o contra si e a outra tinha meus cabelos lisos e perfeitos entre os dedos como a rédea de uma égua a qual se monta e cavalga.
"- Espero que tenhas aprendido o que acabei de te ensinar."
"- Sim Mestre" (respondi tentando me acostumar com aquele grande membro dentro de mim, a dificuldade era tamanha e segura o choro na minha voz) "- fode a tua cadelinha."
Disse aquilo mais pra agradá-lo. Não havia muita coisa em mim que quisesse realmente que ele me comesse, mas suas pancadas tinham me mostrado que recato não era algo que ele apreciava, tratava apenas as mulheres como simples vadias, então era isso que eu seria para ele, assim nada seria descoberto sobre mim e ganharia tempo de pensar em alguma coisa para fazê-lo pagar por isso.
Primeiro ele começou devagar, podia sentir toda a penetração, com uma leve ponta de dor pelo cuidado que tinha em me fazer sentir que eu podia ser tratada com alguma dignidade que a mulher tem direito. Depois ele foi totalmente sádico, brincou com os meus sentimentos de forma tamanha. Passei a sentir as suas bolas a bater no meu cuzinho com muita força, as suas estocadas arrancavam-me gritos e gritos, puxava os meus cabelos pra trás, cuspia no seu pênis e depois metia de novo, dava-me beijos de língua que eu não podia recusar, explorava os meus lábios, minha língua como nenhum outro o tinha feito.
Compreendi que todas as experiências acontecidas comigo até então tinham sido uma mera sombra do que um homem de verdade podia oferecer. Um homem que mesmo entre tanta dor e humilhação podia arrancar, nem que fosse por um breve instante, uma brasa de prazer do peito de uma mulher. E com ele eu era mulher de verdade, sem falsos receios ou pudores por mais que estes pudores tivessem sido arrancados a força e tivessem deixado um profundo vazio que a cada estocada e gemido era preenchido por toda matéria que éramos nós, escrava e mestre, cadela e dono, puta e senhor.
Meus dedos tremiam e doíam e cada vez que pensava em abaixar vinha a dor da ponta do prego me furando e me lembrava que era pra mim ter força.
"- O que me dizes escrava?"
"- Come-me mais mestre, faz de mim a tua cadela obediente, ai!"
Apesar era um homem viril e forte. Bel já estava quase 20 minutos num ritmo alucinante e não via nenhuma modificação na sua respiração, nenhuma alteração na sua voz fria. Cada gemido meu vinha de uma imploração, os meus pés já estavam no limite máximo.
"- Por favor Mestre, deixa que eu te sirva em outra posição? (...) A tua cadela promete ser obediente."
Graças aos céus ele ouviu as minhas suplicas, senti-me tão agradecida quando ele soltou as cordas...

finalmente podia andar e descansar os meus pés. Descansar não é a palavra mais correta pois não fui solta para descansar e tinha de logo mostrar serviço se não voltaria para aquela incomoda posição. Mestre Bel (passarei a chamá-lo assim, ele já estava a possuir o meu corpo, então que possuísse também a minha linguagem, os meus modos, meu tudo e me fizesse daquela coisa que tinha em mãos o prazer mais absoluto) sentou-se na sua poltrona confortável.
Seu pau estava em riste. Fiquei assustada com o tamanho daquilo mas não disse nada. Aproximei-me e subi no seu colo, abri o quanto podia minhas pernas enquanto ele manipulava-me como um brinquedo. Alojei a cabeça do seu pau na entrada de minha xaninha. Deu-me uma pena do como seria arrombada por aquilo, no entanto já tinha o suportado uma vez dentro de mim e teria de suportar muitas outras então ajeitei os cabelos para o lado afim de mostrar meu rosto empapado de suor e minha determinação de agradá-lo. Fechei os olhos e comecei a sentar-me quando um estalo que interrompeu meu quase ato de meditação.
"- Não feches os olhos. Quero que olhes diretamente pra mim."
Ele ainda me fez esperar, com seu pênis bem na entrada mesmo, causando uma leve sensação de prazer como se tal prolongação fizesse com que minhas entranhas pedissem aquela usurpação. Recostou-se e ordenou que eu fizesse.
Tive de me segurar muito, fechei a cara e pude ver nos olhos dele a minha expressão de dificuldade, como se ao invés de entrar estivesse a sair alguma coisa grande e forte. Não demorou muito para que Mestre Bel me manejasse-me a seu belo prazer. Lembrei de como foi a primeira e única vez que cavalguei o meu ex e tentei fazer a mesma coisa, só que não era a mesma coisa fazer com o membro pequeno saído do leito e aquele totalmente malhado e cheio de veias de homem experiente e viril.
Não sei qual posição era a pior. Enquanto eu o cavalgava, o Mestre tentava meter algum dos seus dedos no meu cuzinho. Como foi sofrível aquilo, ele mastigava os meus seios, alisava a minha barriga, dava beliscões no meu cuzinho, tudo tão livremente enquanto eu só podia gemer ouvindo tantas obscenidades que me falava.
"- Sua putinha, tas a ver como não foi preciso muito esforço para te fazer a minha vadia."
"- Sim mestre."
"-Vou te deixar toda abertinha para que tu me agradeças todos os dias."
"- Sim mestre."
Não importava o que ele dizia, sempre consentia que sim enquanto lágrimas caiam do meu corpo em um suor, via-o mastigar o meu mamilo e apesar da dor soltava só um leve grunhido, um “aí” mais parecido com uma ascensão ao paraíso do que com declínio ao sado.

"- Tu és inteligente, eu sei que és." (ele falava enquanto tinha os meus mamilos na boca ou então meus próprios lábios, quase arrancando sangue.
"- Sim sou mestre." ( respondia como podia, tentando dominar sempre aquela absoluta forma de prazer que me vinha dominando para que ela não explodisse em torrentes de desobediência.)
"- Tu queres gozar não queres?"
"-Quero! Deixa-me mestre, deixa a tua cadelinha gozar."
"- Eu sabia...  desde a primeira vez que te vi que nasceste pra ser escrava."
"- Sim, o mundo que me ofereces é muito mais do que qualquer um podia oferecer, serei uma cadela muito feliz servindo-te."
Eu não saberia dizer de onde vinha tudo aquilo. Só sei dizer que vinha e era forte. Ele me consentiu gozar e não demorei muito. Mesmo se ele não me consentisse também gozaria. Era incontrolável, junto do meu mar também veio o mar dele, um vulcão de esperma indo diretamente pra dentro de mim. Era o primeiro homem com quem eu fazia sexo sem camisinha e ainda por cima gozou dentro da minha xaninha, estava perdida mesmo.
Deixei-me entregue a ele quando tudo terminou, estava tão exausta que nem sequer reparei quando ele tirou da gaveta próxima uma coleira e colocou no meu pescoço, só senti quando apertou e aquilo parecia me enforcar.
"- Só para te lembrar dos teus votos de hoje."
 "-Eu nunca me vou esquecer deles. O senhor vai me dar as fotos?"
 "É claro que vou. Enquanto mantiveres a tua obediência e escravidão manterei minha palavra. Agora pro chão que é o teu lugar."
Ele empurrou-me e eu caí estatelando meu cuzinho no chão. Pingava esperma tanto do seu membro quanto da minha xana, só então reparei nas nodoas roxas no meu corpo, no estrago do cinto e em como os meus seios tinham sofrido com toda aquela devassidão. Tudo aquilo me deixou um sentimento extremamente impotente, como se o meu corpo estivesse sujo e minha alma não admitisse, pelo contrário, se alegrava com toda aquela lama.
Bel foi buscar a sua empregada escrava. Amanda era o seu nome. Ouvi gritar enquanto eu nem me atrevia a mexer, encostei um pouco juntando os joelhos e de cabeça baixa esperei até a garota bonita também, maior que eu e mais esbelta, chegou e se baixou, afastou as minhas pernas e antes que eu pudesse afastá-la, começou a lamber toda aquela sujeira. Foi tudo ao mesmo tempo também, só no ato de pensar em alguma reação o Mestre colocou na minha boca o mesmo mordedor que a empregada tinha.

Nunca tinha praticado nada além do tradicional. Aquela seria a primeira vez que iria chupar um homem. Concentrei-me para afastar o asco. Sabia que aquilo não seria a única vez também mas que muitas outras teria de fazer. Mestre Bel enfiou sem dó, o seu membro, meu mole e meio duro foi logo respondendo aos meus lábios virgens e sem experiência. Sentia o gosto do esperma dele e de meu próprio gozo, tudo estava misturado, tudo era uma coisa só. Fazia até que eu sentisse orgulho por poder pelo menos ali, no resultado do sexo, poder ter me igualado a ele, meu usurpador e dali em diante, meu treinador nas artes submissas.
Tentei manter-me calma, se é que era possível manter a calma com um pênis enorme na boca, indo e vindo, te engasgando e sufocando. Amanda só parou quando eu já estava bem limpa e saiu lambendo os pingos ressequidos no chão.
Ele levou-me até outro canto no escritório. Tinha um aparelho estranho que no primeiro momento em que eu vi me deu um medo muito grande. Fui colocada de joelhos em frente a uma espécie de metal onde havia um compressor. Meus dois pulsos foram presos quase ao pé do aparelho. Mestre Bel esticou os bicos dos meus seios e depois apertou aquele compressor. Fiquei presa ali tanto pelos meus pulsos quanto pelo meu peito. Doeu bastante. Ele enfiou novamente o seu pau na minha boca e enquanto fazia isso dizia.

"-Vou ter que colocar mais um desses pra ti. Gostas-te? Mandei fazer especialmente pra esticar tetas gostosas que nem as tuas."
Claro que não me podia mexer, nem sequer podia fechar a boca. Estava totalmente preenchida pelo enorme pênis e sufocava, engasgava e tudo isso doía pois a reação natural do corpo da gente é se contorcer, encontrar algum lugar de abrigo e ali só tinha mesmo abrigo no próprio pau que me deflorava em todos os sentidos.
Ele já estava todo ereto e eu não conseguia mais. Ele alargou mais minha mordaça, dizia que minha boca ainda estava muito fechada. Amanda aproximou-se e passou a chupá-lo também. O mestre dizia que era pra eu aprender como se fazia e aquilo para mim era impossível. Ela engolia o pau todo, até as bolas, e demorava muito tempo com ele na boca. Podia ver aquilo enchendo a garganta da pobre menina mas ela não afastava e nem recuava. Ao primeiro toque de Bel ao que pareceu uma eternidade ela já tirou da
sua boca recuperando o fôlego sem deixar a língua parar de tocar uma única só vez e lambeu as bolas do mestre. Aquilo era inacreditável. Senti uma vergonha súbita, como se eu nunca fosse capaz de fazer aquilo e não demorou à vergonha se transformar em medo pois eu teria de fazer aquilo.
Ele ainda demorou mais um pouco de tempo, enfiava só esporadicamente na minha boca, debruçando-se mais sobre Amanda que me intrigava pelo fato de não demonstrar absolutamente nada que uma garota n sua posição mostraria.
No entanto o seu gozo foi direcionado a mim. Derramou no meu rosto, no nariz, nos cabelos, nos lábios, fiquei toda pegajosa. Fui deixada um pouco de tempo assim. Ajoelhada e com os mamilos sendo massacrados naquele aparelho. Ele voltou depois com uma máquina fotográfica e tirou fotos de mim naquela posição.
Senti-me envergonhada, não sabia que aquilo ia ter registros iconográficos, ele me libertou e passamos um tempo com ele ditando posições e eu ultra-envergonhada realizando-as. Vi o meu rosto na maquina digital todo cheio de gozo, depois foi tirado do meu corpo todinho, apoiada na bancada, de pernas abertas e chupando o dedo, pegando um pouco do esperma do meu rosto e passando na vagina, fez até eu e Amanda, em silêncio nos beijarmos. Não curtia relações lésbicas e não importava, não tive como recuar, ela me pegou e beijou a força, metendo a língua dentro da minha. Tirou foto de nós duas nos esfregando (essa foi a mais humilhante) buceta com buceta, sem nenhuma excitação, somente aquela sensação de coisa gelada se tocando. Não gostei daquela experiência.
De relance olhei no relógio, eram quase sete da noite. O tempo tinha passado tão rápido e tinha que ir para casa, tinha lá os meus filhos.
"-Mestre, se não for precisar mais dos serviços desta escrava peço permissão para me retirar e..."
"- E fazer o quê?" Te encontrares com outro homem????
"-Não, eu..."
"- Mentindo pra mim? Tu não aprendeste nada?"
"-Perdão Mestre. Não foi minha intenção.
"- Aviso-te que hoje mesmo terminarás com esse viadinho, que andas junto comigo. Não quero pessoas estranhas usufruindo do que é meu, entendido?"
"- Sim Mestre!" (Aquilo veio como um estalo. Teria de me despedir do outro rapaz,... como ele tinha descoberto. Aquilo significava entregar-me totalmente ao sexo submisso e certamente me transformaria irremediavelmente numa cadela. Para sempre.
Baixei a cabeça sem coragem de pedir mais nada.
"- Estou com fome, as duas vão me preparar um jantar."
"-Sim Mestre "( respondemos juntas apesar de tudo só que eu dei um passo enquanto Amanda se abaixou beijou os pés de Bel e suplicou-lhe permissão para sair.

"- Permissão concedida. Escrava Sara!"
"- Desculpa meu dono, não sabia que tinha de pedir para cumprir as tuas ordens."
"-De quatro."
"-Sim Mestre!"
Fiquei como ele queria. Mestre Bel colocou-me um vibrador imenso, quase reteso o corpo e falho novamente mas sua mão segurou-me pelos cabelos. Ligou o botão e quase que eu não me segurei de pé.
"- Não vais agradecer a punição que o teu mestre te deu?"
"-Sim "( coloquei a mão na boca pra disfarçar meu quase grito) "- Obrigada Senhor pelo enorme instrumento que me deste."
Beijei então seus pés e foi-me dada permissão para ir executar a ordem e com especificações para não deixar cair aquele vibrador. Foi uma tarefa muito difícil, acho que estava a andar toda estranha. Meu dono ainda fotografou enquanto estava colocando o instrumento apesar de eu não poder ver sentia as luzes do flash. Procurei naquela enorme casa a cozinha e encontrei Amanda cortando alguns temperos.
Aproximei-me devagar, com medo de alguma coisa, ela só se limitou a dar uma olhadela  e viu que eu estava preenchida pelo enorme vibrador, zunindo poderoso entre as minhas pernas.
"- Saiu barato pra ti. É por que és iniciante."
"- Tu falas português?"
"- Sim, e também falo inglês, japonês, alemão e italiano."
"-Nossa. Quantos anos tens?
"- Vinte e tu?"
"- Trinta." (era a minha idade na altura)"
Permaneci um pouco calada esperando que ela me passasse as coisas para fazer. Não tive como escapar dos tremores em decorrência do vibrador. Enquanto preparávamos a comida ouvi o som de televisão. Pensei em como uma garota tão jovem e bonita, e inteligente também pois falava quatro línguas com tão pouca idade tinha aceitado aquela condição. Não tinha clima para puxar assunto, por várias vezes me vi tentada a tirar aquilo da minha xana, dar um descanso para mim mesma porém o meu medo era maior. Eu mesma já estava muito diferente da mulher que tinha entrado naquela casa. Nunca tinha imaginado que iria fazer sexo com Dom Bel e muito menos me tornar aquele tipo de objeto para ele. No entanto, tinha conseguido duas vezes alcançar um prazer, ao meu ver, nojento e intenso.

Fiz uma sanduíche bem boa, iria pegá-lo pela boca. Amanda tinha frutas frescas, um tipo de peixe, camarão e tinha feito bolinhos que cheiravam a distância. Eu quase não tinha percebido que eu também tinha fome. Quis pegar um pedacinho de pão que estava na mesa mas no mesmo tempo fui advertida.
"-Só devemos comer com autorização do Mestre "( disse-me Amanda. Quem olhasse nós duas naquela casa não acreditaria que lindas como éramos, estávamos nuas e sujeitas a vontade de Dom Bel.)
Levei tudo numa bandeja, esforçando-me para manter o equilíbrio. Minhas pernas tremiam ainda e o vibrador não dava tréguas, os meus sucos já escorriam pelas coxas. Ele estava na sala, tinha ligado a grande TV e estava a dar o jornal. Oito horas da noite. Meus filhos deviam estar preocupados. Minhas coisas estavam com ele junto das minhas roupas e todo resto. Um frio súbito invadiu o meu corpo e naquela hora, parada ao lado dele, tendo a fome na barriga e nenhum pano me cobrindo eu estava mais nua e desprotegida do que nunca.

Foi quando ele retirou de minha xana o vibrador e ordenou que eu ficasse de pernas abertas ao seu lado direito. Amanda estava do outro lado e imitei a posição dela. Que garota era aquela. Falava quatro línguas, jovem no entanto tão perdida quanto eu. Sabe-se quais motivos prendiam ela mas devia ser mais fortes do que as correntes que me atavam. De vez em quando ele apertava o meu seio, o meu cuzinho, mexia na minha xana.
Trouxe-lhe um uísque, fiz massagem nos seus pés, beijei-os por sua ordem e ele nada de me liberar. Já estava a ficar tarde. Arrisquei lembrar-lhe.
"-Mestre, os meus filhos devem de estar preocupados com minha demora."
"- E eu com isso? Vais aprender como é ser uma cadela minha. Já que queres tanto assim sair, podes ir. A porta da rua é serventia da casa."
"- Minhas roupas Mestre."
"- Ficarão comigo o tempo que eu quiser."
Duas lágrimas rolaram do meu rosto e não soube o que fazer para agradá-lo e aliviar para meu lado.
"- Posso fazer uma ligação meu Dono?"
"- Para quem?"
"- Para casa, vou dizer que dormirei na casa de uma amiga hoje."
"- Tudo bem, vai!"
Vi um sorriso no rosto dele. Arrisquei-me mais um pouco e arranquei-lhe um beijo na boca. Amanda olhou espantada pra mim e fui fazer minha ligação. Disse para a minha filha que iria dormir na casa de uma amiga, a Fátima e logo depois liguei para a Fátima pedindo que confirmasse caso eles ligassem ou perguntassem alguma coisa no futuro. Ela achou que eu estava com meu namorado. Não imaginava que na verdade eu estava nua e prestes a ter uma noite longa de prazer e dor, mistérios que estavam muito além do meu cru raciocínio.

Quando voltei eles já não estavam na sala. Procurei na casa e achei na cozinha. Era hora da janta de Amanda e a minha também. A garota estava presa numa barra de madeira na qual foi amarrada as suas mãos e as suas pernas em quase posição fetal, a única diferença era que isso deixava sua bunda e sua xana expostas enquanto ela degustava de um macarrão com alguma cobertura que eu não conhecia, sorvendo da maneira que podia. A tigela tinha seu nome entalhado nela. Reparei então na sua coleira, muito mais bonita do que a minha, toda detalhada, uma jóia, enquanto a minha era crua e de couro frio... a sua trela estava presa na mesa. Dom Bel procurava algo no frigorifico quando o toque na campainha me assustou e me sobressaltou. Não atentava ou não tinha tomado conta de que existiam outras pessoas no mundo. Olhei aflita para Amanda mas ela nem se atreveu a corresponder o olhar, ficou lá comendo como se não tivesse ouvido nada, inabalável.


Escrito por: Submissa Sara

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Noite Fria



A noite estava fria.
Na sala de estar meu Dono estava confortavelmente afundado numa poltrona. Lia compenetrado um artigo de uma revista. Eu estava de joelhos de costas para a parede. Estava sendo castigada por ter me atrevido a questionar o Dono de forma inadequada.
Nua em pêlo, sentia frio e vontade de chorar. Estava super envergonhada com o meu comportamento. Desapontar o Dono me faz sentir inútil na minha submissão. Meu prazer é agradá-Lo, não o contrário.
As palavras do meu Dono atormentavam os meus pensamentos. Ele disse:
- Vadia, como sempre a seres respondona! Quando vais aprender?!
O tempo foi passando e meus joelhos estavam doloridos. Começava a sentir as pernas dormentes. De repente uma ordem. 
- Minha putinha, anda até aqui.

 Gatinhando, ou melhor me arrastando, me aproximei do Dono. Calmamente Ele me disse:
-Serve-me um uísque.
Antes de lhe entregar o copo beijei suas mãos e comecei a chorar. Soluçava pedidos de desculpas e pedia perdão descontroladamente....  curvei-me e comecei a lamber seus pés. Lambia e implorava que me perdoasse. Então, senti Seus pés acariciando meu rosto e cabelos. Me enchi de alegria. Inocentemente, pensei que meu castigo estava encerrado. Ousei levantar meus olhos e fiquei apavorada. Os olhos Dele faiscam sadismo e nos lábios tinha um sorriso frio e maldoso.

 Com o pé, Ele levantou mais o meu rosto e me deu um estalo que me fez cambalear. Gemi de dor e humilhação. Fiquei ali estática, esperando. Outro estalo. Depois outro. Senti o meu rosto arder. Engoli o choro, mas chorei por dentro. Murmurei agradecimentos.
Na verdade, foi horrivel.
Nesta hora meu Dono se lenvatou e me mandou segui-Lo. Ele caminhou por toda a sala e eu atrás tentando acompanha-Lo. Num impulso comecei com outra ladainha de desculpas. Então Ele falou:
- Cala a boca, cadela. Por hoje, só quero ouvir os teus gemidos. Só abres a tua boca quando eu te perguntar alguma coisa. Entendes-te??
Minha resposta saiu como um gemido:
- Sim Senhor...
Antes de se sentar no computador o meu Dono espremeu meus mamilos e me enfiou debaixo do mesa do computador pelos cabelos. Ele se ajeitou na cadeira, começou a digitar. Por alguns instantes descansou os pés nos meus ombros. Depois falou:
- Massage meus pés, minha putinha.

Comecei a tocar seus pés carinhosamente e nesse instante tive consciência do quanto estava excitada. Eu gemia baixinho e as teclas do computador nem tanto. Minha boca salivava de vontade de chupá-Lo, mas não era louca de abrir a boca para pedir nada e muito menos tomar a iniciativa. Tinha que esperar pelo desejo Dele de querer a minha boca. À medida que meu Dono teclava a Sua excitação parecia aumentar. Eu continuava tocando os Seus pés. Então veio a ordem:
- toca-me, cadela.... lambe-me... chupa-me.. Quero sentir a tua boca.


Mal escutei a ordem comecei a lambê-Lo e a chupá-Lo com muita vontade. Queria muito agradá-Lo. Que prazer ouvir os gemidos do Dono! Que delícia a excitação Dele!
 Continuei a chupá-Lo... De repemte meu Dono se inclinou e tocou a minha buceta. Eu estava muito excitada e por alguns segundos gemi nos dedos Dele. Em seguida, Ele enviou dos dedos na minha boca e disse:
- Limpe meus dedos, cadela. Preciso continuar a digitar.

Depois que limpei Seus dedos voltei a chupá-Lo. Lambia e sugava feito louca. Era como se estivesse competindo com a outra cadela no prazer Dele.
Meu Dono gozou deliciosamente na minha boca e isso me deixou mais excitada ainda. Quando tudo terminou meu Dono desligou o computador e falou:
- Você, cadelinha, está proibida de gozar, hoje. Entendeu bem? Proibida.
Balbuciei:
- Sim, Senhor...como quiser.
Dormi sem gozar.

Slave Sara

sábado, 7 de janeiro de 2012

Noite de Terror



Mr. Bel, mestre em BDSM. Eu o achava irresistivelmente enigmático. Era gentil e ao mesmo tempo autoritário, era educado e ao mesmo tempo impaciente... era uma mistura de contrastes que me fascinavam e me desafiavam a descobri-lo, a explorá-lo, a ir em frente.
Era 6ª feira, 22:00 hs, quando ele me disse que me levaria para um barzinho acolhedor que ficava afastado da cidade.
Eu usava um vestido preto decotado, que ia até o meio das minhas coxas e notei que ele tinha gostado.
Ele estava muito atraente também.
Levamos quase 1 hora até chegarmos lá.
Na verdade o barzinho era uma pequena cabana de madeira. Para se chegar ao bar, saía-se da estrada principal e subia-se por uma rua estreita de terra até chegar a uma clareira aberta no meio de um mato.
A cabana ficava ali, e parecia um recanto para amantes... mesas de madeira numa varanda, luz de velas, música suave ao fundo... acima, a lua e as estrelas como testemunhas, e abaixo, uma vista panorâmica das luzes da cidade.
Realmente um lugar romântico... Havia apenas 3 casais de namorados quando lá chegamos.
Sentamo-nos em uma das mesas num dos cantos da varanda e ele sugeriu que eu experimentasse o vinho da casa dizendo que era imperdível.
Aceitei a sugestão e senti-me feliz por aquela nossa saidinha estar ser tão maravilhosa e romântica!
Entre conversas e carícias, o vinho (que realmente era ótimo) acabou, e ele pediu uma outra garrafa.
Aproveitei para me levantar pra ir ao quarto de banho, e somente aí senti que o vinho já estava a fazer efeito, pois fiquei meio tonta, mas consegui chegar até ao quarto de banho sem dar pistas de como eu me sentia.
Voltei e ficamos namorar e beber até por volta das 2:00hs da madrugada.
A essa altura, ele já fazia carícias mais ousadas, enfiando disfarçadamente a mão por debaixo da minha saia.
Provavelmente pelo efeito do vinho (ou seria por causa da magia daquela noite enluarada?) eu não oferecia nenhuma resistência, apesar de estarmos num bar. Saímos de lá e estranhei quando ele ao ligar o carro, continuou a subir pela rua de terra, ao invés de descer para a estrada de volta.
Ele disse-me que me queria mostrar uma coisa antes de irmos que ficava mais pra cima.
Ele andou por mais alguns minutos, a pequena rua de terra iluminada somente pelos farois do carro, até que chegamos a um mirante.
Lá havia apenas um carro com os faróis apagados onde pude notar 2 vultos.
Fiquei com medo, mas ele me disse que era apenas um casal de namorados.
Ele desligou os faróis, e então o lugar ficou todo escuro, iluminado apenas pela claridade da lua.
Ele então saiu do carro, deu a volta e tirou-me de dentro também, dizendo que precisava me mostrar uma coisa.
Eu estava tonta por causa do vinho e então ele foi me apoiando e eu o seguia sem nem prestar atenção para onde estávamos a ir.
Andava abraçada a ele, os olhos semi-fechados e uma leve moleza tomando conta do meu corpo.
Notava apenas através dos sentidos, que andávamos por um caminho irregular.
De repente, ele para de andar e se afasta lentamente de mim.
Então abro os olhos e percebo que estávamos no meio da mata.
Olho pra ele e noto que o homem que estava agora à minha frente, era muito diferente daquele homem gentil e romântico da cabana.
Seus olhos tinham o brilho frio do aço... a sua voz tornara-se estranhamente áspera. Um frio percorreu-me a espinha quando ele disse: -“Dispa-se!”
Fiquei parada sem entender o que estava a acontecer e então ele gritou impaciente:-“ vamos, tira logo a roupa, sua vadia!”
O meu primeiro impulso foi sair a correr, então apesar da moleza que sentia, virei-me pra correr e só então vi que ele correu atras de mim, segurou-me num braçoe disse:-“ Calma, onde pensas que vais?” DOM BEL, caminhou até uma maleta, trazida provavelmente antes de me levar pra lá, disse:-“ Vou te ensinar a me obedecer, sua putinha!”
Tirou de lá uma lanterna grande, cordas e mordaça.
Ele arrancou o meu vestido de forma selvagem, fazendo com que ele se rasgasse um pouco.
Depois, segurou os meus braços pelas costas enquanto com a outra mão arrancava minha calcinha.
DOM BEL acompanhava a cena, iluminada com a lanterna.

Quando eu estava totalmente nua, ele inspecionou-me toda com o feixe da lanterna e disse-me:-“ Vai ser uma pena estragar este corpo tão belo, mas tu és uma cadela ordinária e vais ter o que mereces!”
Ele arrastou-me até o meio de 2 árvores e esticou os meus braços e pernas amarrando-os cada um a uma árvore, de modo que fiquei totalmente nua, mais ou menos em posição de X.
Depois colocou-me a mordaça, para que eu não gritasse.
Começou a alisar e a apertar o meu corpo todo, beliscou e puxou os meus mamilos, chupou e mordeu os meus seios com força, enfiou dedos em todos os meus buracos... Então, a certa altura DOM BEL dirigiu-se novamente à maleta e voltou com um chicote. Começou a aplicar diversos golpes em mim, que foram se intensificando cada vez mais até o ponto de me arrancar lágrimas.
Meu corpo todo ardia em brasas, meus pulsos e tornozelos doíam, mas o meu castigo ainda não tinha terminado.
Continuei amarrada nessa posição e DOM BEL disse que iria agora arrombar a minha xaninha e depois disso iria arrombar o meu cu de cadela vadia!
Os barulhos da floresta eram assustadores, mas nada me amedrontava mais do que aquele homem que estava à minha frente.
Tirou da maleta uma luva cirúrgica, abaixou-se á minha frente e lentamente foi enfiando os dedos na minha xaninha.
Involuntariamente contraí-me dificultando o trabalho dele.
Ele levantou-se irritado e deu-me duas palmadas muito fortes que fizeram o meu rabo arder!
Gritou comigo:”- relaxa porra!!!
Voltou a baixar-se e a enfiar os dedos na minha xana, desta vez de forma mais rude... eu me esforçava pra relaxar ao máximo pra que ele me maguase o menos possível, pois sabia que se oferecesse mais resistência, ele iria perder a paciência e forçar os dedos de uma só vez. Senti os 4 dedos dele entrar todos nas minhas entranhas...
Dom Bel retirou os dedos num movimento  brusco e começou a desamarrar-me...
Ao ter as mãos e pés livres depois de tanto tempo naquela posição, acabei desabando no chão sem forças.
Dom Bel tirou a minha mordaça e ordenou que eu limpasse a mão dele toda, lambendo a luva que estava suja.
A essa altura, ele já estava com o pau duríssimo!
Então arrastou-me para um tronco de árvore grosso que estava caído e debruçou-me sobre ele.
Dom Bel posicionava-se atrás de mim para me comer o cuzinho puxando os meus cabelos.
Dom Bel enfiou o pau dele sem piedade rasgando meu cuzinho e soltei um grito de dor... puxou os meus cabelos com mais força... bombando com força o pau dele no meu  cuzinho, puxando-me pela cintura... passado um tempo colocou-me ajoelhada á sua frente e ordenou:-“Agora limpa o meu pau direitinho, sua vadia!”

E passei então a língua por todo o pau dele, que estava melado....
Quando ele ficou satisfeito, empurrou-me pro chão e disse:”-tu és muito vadia mesmo!!”... e fiquei ali caída, humilhada.
Dom Bel tirou um vibrador do saco... eu ia suplicar que ele não fizesse isso, pois já não aguentava mais nada, mas antes que eu pudesse falar qualquer coisa, recebi um forte beliscão no seio que me fez ver estrelas!
Dom Bel avisou:”- vadia, só podes falar quando eu mandar, estás a entender? Se desobedeceres, mordo os teus mamilos.... agora não dês nem mais um pio, e se gritares também já sabes!
Ele levou-me para o tronco caído novamente, só que agora colocou-me deitada sobre ele de costas e prendeu as minhas pernas no tronco... elas ficaram bem afastadas para cima, forçando-as em direção à minha cabeça ... (posição que deixou o meu cu todo exposto) posicionou-se e atolou o pau dele... (que era muito grande e grosso) no meu cu e colocou o vibrador na minha xana... começou a foder-me sem dó.
Eu já quase desmaiada, sem forças pra mais nada, ainda fui obrigada a limpá-lo outra vez.
Dom Bel foi até a maleta e voltou com um plug e um vibrador enormes!
Atolou o plug no meu cu e o vibrador na minha xana.
Disse que uma putinha como eu devia estar sempre com os buracos preenchidos para que permanecesse sempre arrombada.
Colocou-me novamente a mordaça, deitou-me no chão e esticou meus braços pra cima, amarrando-os a uma arvore.
Depois amarrou os meus tornozelos e disse-me:”- Agora vadia, vou te abandonar aqui assim, toda nua e amarrada com esse vibrador e esse plug enterrados em ti.
Como estamos no meio da mata, ninguém vai te encontrar e tu vais morrer assim, toda fodida que é o que uma vadia como tu merece!

Comecei a chorar e a suplicar-lhe com os olhos que não me deixasse ali assim, mas ele vestiu-se, recolheu o resto das coisas que estavam espalhadas pelo chão e foi se afastando na escuridão da mata. Chorei muito, abandonada naquela mata, mas o cansaço e o sono acabaram por me vencer e adormeci, até ser bruscamente acordada pelas chicotadas de Dom Bel.
Ele disse que tinha resolvido dar-me uma nova chance, e que se eu fosse muito boazinha e obediente com ele, fazendo tudo o que ele quisesse, na hora que quisesse... ele me levaria para casa.
Mas eu teria que aceitar tudo sem restrições, e nunca dizer não para nada. E então ele perguntou-me: “-Tu farás isso, minha putinha?”
 Eu acenei com a cabeça dizendo que sim, pois concordaria com qualquer coisa para sair daquela mata e voltar para casa.
E disse também que eu nunca poderia contar a ninguém nada do que acontecesse entre a gente, incluindo o que tinha acontecido naquela noite.
Perguntou-me: “-Fui bem claro?”
Num sussurro eu respondi: “-Sim Senhor” com uma voz que me fez lembrar aqueles comandantes de quartel, ele berrou: “-Não ouvi cadela, fala mais alto!
E eu respondi alto:”- Sim Senhor, Dom Bel!
E então, tirando do bolso um cordão de couro preto com uma pequena plaquinha onde se lia DB, ele falou: “-Muito bem, então a partir de agora considera-se minha escrava.



Submissa Sara