sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Agente Silva




Vivo numa pequena aldeia no interior e o meu nome é Silva. Trabalho nesta aldeia já vai para uns 18 anos. O local é muito calmo e muito raramente tenho intervenções para efectuar.
Estou encostado no jipe de patrulha praticamente a entrada da aldeia, de onde assisto tranquilamente a um belíssimo por do sol em pleno verão e a música dos pássaros enche o ambiente quente e seco de alegres melodias nas copas das árvores verdejantes. Uma chamada de distúrbios no comércio de artesanato de Dona Maria termina com o meu momento mágico. Ponho o jipe em andamento e ligo as sirenes, deslocando-me em alta velocidade para o centro da aldeia.
Estaciono em frente da loja e entro as presas no estabelecimento onde encontro uma mulher que aos gritos, maltrata a pobre da Dona Maria que em pânico se refugia de trás do balcão. Tento acalmar as partes, mas está mulher insiste nos gritos e na linguagem ofensiva. Coloco-lhe a mão no ombro e peço que se retire do local para se acalmar um pouco, em que ela me responde com uma serie de palavrões e com uma joelhada nas minhas partes. Respondo a situação por instinto e lanço a mulher por terra e rapidamente e algemo-lhe os braços atrás das costas. Fico apoiado no balcão e tento controlar a dor da joelhada e a controlar a respiração por breves momentos. Pergunto a Dona Maria se está bem, a que me responde que sim e demonstra que não entende atitude da mulher. Levanto a mulher do chão e encaminho-a para a parte de trás do jipe.

Entro no jipe furioso com aquela mulher que continua aos pontapés e a gritar palavrões. O que ela precisava sei eu, era de ser dominada e disciplinada. Está mulher está a deixar-me doido com os seus gritos e não sei bem porque, mas estava-me a soltar dentro mim instintos de disciplinador e uma excitação enorme percorria todo o meu ser. Foi ai que parei o jipe num caminho secundário e fui a mala do jipe e peguei num rolo de fita e abri a porta de trás do jipe em que a mulher agora um pouco surpresa com aquela paragem, continuava com palavrões. Com uma rapidez tal dei-lhe um forte estalo que a deixou tombada e meia adormecida sobre o banco. Retirei-lhe as cuecas e passei-lhe fita nas pernas, de seguida passei sobre ela e coloquei-lhe as suas cuecas na boca em que coloquei uma tira de fita logo de seguida. Afastei-me um pouco  admirar por breves momentos o corpo daquela mulher agora imobilizado, sorrindo sadicamente para os seus gemidos. Perdi-me em pensamentos em como disciplinar aquela mulher. Lembrei-me de uns caixotes com produtos de uma sex shop que estavam retidos no armazém da esquadra. Arranquei em direcção ao armazém e sorri todo o caminho imaginando os castigos aplicar aquela mulher. Cheguei ao armazém e coloquei vários produtos numa mala grande preta que lá estava. Coloquei a mala na bagageira e parti em direcção uma cabana de caça que costumo usar para passar as minhas férias ou fins-de-semana prolongados.
   
Quando cheguei a cabana já tinha caído a noite. Levei primeiro a mala preta para interior da cabana e ajeitei alguns móveis para a sessão que iria acontecer em breve.  Nesta época as noites são muito quentes e secas, por isso troquei de roupas para ficar mais à vontade. Vesti as calças de camuflado e calcei as botas de caça e deixei-me ficar em tronco nu. Sai da cabana e parei a meio do caminho para apreciar a beleza da noite e respirar o ar puro da serra.
Ela tentava debater-se mas nada conseguia, peguei nela e levai-a em cima do meu ombro para o interior da cabana. Aqui prendi o seu corpo em X na estrutura da cabana e com o faca de caça cortei o vestido e o soutien sempre acompanhado com o seu olhar de pânico e gemidos abafados pela mordaça de cueca. O corpo moreno de cabelos castanhos e olhos de mel ofereciam o deslumbre dos seios e vulva que são apreciados por mim que sentado num cadeirão aprecio a beleza da vista enquanto fumo calmamente um cigarro e acalmo a sede com pequenos goles de cerveja fresca. Explico-lhe que não adianta gritar porque ninguém passa por estes lados e a casa mais próxima é 10 kms daqui. Que ela precisa de aprender a respeitar uma autoridade. Pergunto-lhe o seu nome, e como resposta recebo um HUM, HUM ao qual respondo com  um sorriso sádico. Levanto-me e retiro-lhe a mordaça e recebo de imediato o nome, Sara, o meu nome é Sara. Solte-me por favor senhor. E recebeu de resposta dois estalos. Cala-te cadela vagabunda, o teu nome é cadela e não me volte a olhar de frente. Coloquei-lhe a mão no pescoço e disse-lhe, ouvintes cadela e seguiu-se mais um estalo na face, responde cadela! Sim, disse ela. Sim o quê? Sim Senhor. Por fim estamos a nos entender.

Fui até a mala e retirei uma venda  e uma mordaça com um bola perfurada, fui até a cadela coloquei-me atrás dela, agora não retirava os olhos do chão a vadia. Coloquei a venda e agarrei-a pelos cabelos e puxei-lhe a cabeça para trás e com a outra mão coloquei a mordaça abafando o grito de dor de imediato. Segredei-lhe ao ouvido que ia ser castigada, porque tinha de aprender que quando fazemos algo de mal temos de abraçar as consequências. E dito isto, fiquei a sentir o cheiro da cadela bem juntinho ao seu pescoço.
Peguei num chicote de tiras e rodeando a cadela ia batendo-lhe ora na nádegas, seios , vagina e quando senti o corpo a dar de si, parava por momentos massajando as zonas antes castigadas. Cheirava e beijava aquela pele morena. A baba que saia-lhe da mordaça, molhava-lhe os peito e seios, e um rio de cuspe começava a formar-se e começava a dirigir em direcção da sua xaninha. Esta cena deixa-me louco de tesão, e mergulho os meus dois dedos na sua xaninha bem molhada. Era óbvio que a cadela estava adorar, algo que me deixou muito satisfeito. Continuei a dedilhar a sua xaninha e senti esta cadela a vir-se uma e outra e  outra vez. Regressei novamente ao chicote e as massagens e terminei de novo com vários orgasmos provocados pelos dedos malvados. Adorei presenciar as carnes a tremer e baba misturada com suor e sumos vaginais. Simplesmente mágico.
Sentei-me novamente no cadeirão e descansei de fronte daquela imagem linda, e como não queria que este momento se perdesse no tempo, peguei no telemóvel e tirei varias fotos. Lindas.

O relógio não para, e sabia que a cadela agora cansada devia de ter sede e fome. Sorri, peguei no rolo de fita, pois tinha tido uma ideia óptima.Passei fita nas mãos, coloquei-lhe uma coleira e amarrei as pernas dela de modo a ficar com os joelhos em contacto com o chão. Um dildo com rabo lindo que ia ficar lindo para aquilo que eu pretendia foi colocado no cúzinho dela, um dildo na vagina, seguros firmemente com uma corda presa na cintura que passava varias vezes pela xaninha, impedindo os dildo de caírem. Que bela cadela, que posicionada no chão da cabana aguarda o meu próximo passo. Coloco-lhe uma trela e removo a venda e a mordaça. Dou-lhe com uma cana no rabo e ordeno que acompanhe o Dono. Perto da mesa da cozinha estava uma taça com água e outra com comida. Como cadela. Rápido vagabunda coma, não tenho a noite toda. E voltei a dar-lhe com a cana mais algumas vezes naquele cúzinho e depois liguei remotamente os dildos. Só queria que vissem a face da vagabunda. Maravilhoso.

Depois guiei  a cadela até ao meu quarto, sempre com trela curta e ao meu lado, e dava-lhe uns mimos com a cana sempre que ela abrandava.
Sentei-me na cama, e puxei-a para o meio das minhas pernas. Tirei o meu pau para fora e agarrei-a pelos cabelos e ordenei que chupasse o meu pau, claro que auxiliava o ritmo com uma das mãos na cabeça dela.
Peguei nela e coloquei-a em cima da cama, ela já algum tempo que deixara de resmungar e entregava-se a fundo aos meus prazeres. retirei as cordas da cinturas, e mal o fiz os dildos caíram na cama.

Sem mais demoras trespassei a cona dela com estocadas fortes que aumentavam de ritmo e força a cada  momento. Senti a vagabunda a vir-se e não aguenta mais e explodi dentro dela, enchendo-a com jactos quentes e violentos de esperma. Fiquei por alguns instantes apoiado nas costas dela, recuperando da situação, e reparei que ela aproveitava para fazer o mesmo.
Com a respiração mais controlada avancei para frente dela e voltei a ordenar para limpar o meu pau e endurecer-lo. Pois iria comer o seu cú. Notei que ela lambia  chupava com grande prazer, e sorri de satisfação. Peguei num pacote de gel a base de água e passei-lhe com o dedo no buraco apertado. Ela ficava cada vez mais louca, e mal o meu pau fico duro me lancei ao seu cú trespassando-o de uma vez só fazendo a cadela soltar um gemido imenso. Estoquei aquele rabinho com grande prazer e com requintes animalescos até explodir dentro do seu rabo vagabundo. Deixando-a prostrada de rabo rebitado com o corpo em pasmo musculares.
Agora vou contar para você caro leitor, a senhora da sessão é como sabem a Sara, ela é nada mais que a minha namorada que tenho na cidade mais proxima. Uma noite falamos sobre BDSM e resolvemos experimentar. O que acabaram de assistir foi tudo combinado durante muito tempo em pormenor.
Soltei as mãos e pernas da minha cadela Sara. E está a noite termina com os dois enrolados e com beijos apaixonados. A Sara antes de cair no sono profundo diz-me, Te amo meu Dono e Senhor.



Dom Bel

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

A Massagem


Chego ao quarto, luz diminuta... tu deitado de bruços, com o rosto de lado, uma mão sobre o travesseiro, tranquilo...
Ajoelho-me ao teu lado, olho para ti... corpo despido, semi coberto, devagar, começo a fazer-te caricias, no rosto... no pescoço... nas costas... com beijos... tu dás um suspiro e um sorriso, sentes a minha presença, bem baixinho dizes-me:-" não pares vadiazinha."
Continuo a massajar-te, agora estou sobre ti, com as mãos passo um fio de óleo no teu corpo, pelos ombros, nas costas, ele é quente, mas com pequenos assopros ele dá uma sensação de arrepio, gelado, e isso te excita que eu sei! 
Levanto-me e vejo que me segues com o olhar, sem mudares de posição, acendo algumas velas, um incenso de rosas e ligo a musica bem baixinho, uma música suave...
O teu olhar me incendeia, me excita, sinto meus mamilos endurecerem sob o tecido fino da camisola, cruzo os braços... tu dizes “Não adianta, eu já vi, eu sei o que esta sentir.”
Volto para a cama e vejo que te viras-te de frente com as mãos sobre a cabeça, sem palavras o teu olhar me desafia a continuar, sorrio.
Subo pra cima de ti, sinto que estas excitado, estremeço, mas olhei pra ti e vejo que estás  á espera da minha tentativa de sair, estas pronto para me segurar...
Com o olhar desafio-te, passo a língua pelos lábios e coloco um pouco mais de óleo nas mãos...  Abaixo o rosto atéchegar perto do teu dou um beijo leve, começo a massajar-te no peito, nos ombros sentindo a força do teu olhar, controlando-me ao máximo para não gemer, não gritar o quanto te quero, desejo...
Mordo os lábios, minha respiração esta alterada, o teu modo de olhar, sorrir, tu sabes! Claro, que tu sabes como estou excitada.... baixo o olhar e continuo a passear pelo teu corpo, com as mãos, com os lábios, cada detalhe, vou escorregando, sentindo o teu gosto com os lábios, ouço o teu gemido involuntário, chego ao teu pau, ele esta duro, latejante, meto-o todo na boca e olho pra ti... o teu olhar penetra-me como um raio, passo a mão pelas tuas pernas, teus pés, massajando dedo por dedo... Sempre olhar pra ti, sentindo as tuas reações... volto, com beijos e novamente no teu pau, começo a massaja-lo com os lábios, lambendo, assoprando de leve... mais um gemido, e sem aviso chupo-o inteiro, todo na minha boca, de uma vez, uma estocada rápida... tu soltas um gemido alto, rouco... “- Vadia”
Paro, estou á tua frente, tu estas deitado e eu estou ajoelhada entre as tuas pernas, olho pra ti... passo os seios pelo teu pau, sorrindo de leve...
Levanto-me, sei que já estas no limite, mas sei que estás a espera, como um tigre observando a presa, sei que a qualquer hora isso vai mudar...
Sento-me numa cadeira ao lado da cama, e começo a passar o mesmo óleo em mim, sem tirar os olhos de ti... passo pelo pescoço, desço pelos seios, um por um, aperto os bicos, deixando-os duros, desço a mão pela minha barriga, abro as pernas, e começo a me tocar, de leve, enfiando um dedo, dois, sentindo o meu dedo molhado... tiro coloco na boca, dou um gemido de prazer... sempre... sempre te provocando com o olhar....
Estou aberta, exposta como a chamar... Anda meu Dono, a tua vadia te espera...anda...
Tu te levantas num salto, eu já sabia, faço o mesmo, olho na direção da porta, tu apenas sorris, tento correr, mas tu seguras-me pelo braço, escorrego por entre os teus dedos, e dou uma gargalhada, saio do quarto, o resto da casa esta às escuras, tu tentas acender a luz, nada... dou-te um aviso...Bem baixinho no ouvido:“- Estamos sem luz Senhor...Ainda a rir afasto-me rápido.”“- Vadia, anda aqui agora, não me faças ir atrás de ti.”
Sinto na tua voz, a tua excitação, o teu desejo...
Com cuidado afasto-me para um canto, sinto quando passas perto de mim, sinto o teu cheiro, tenho vontade de te  tocar mas contenho-me... Os minutos passam.
“- Vou voltar pra cama, tens 30 segundos para estar lá, entendes-te vadia?” (dizes)
Saio de onde estava... vejo a  tua sombra a ir em direção ao quarto, depois o silencio, nada mais...
Espero algum tempo, nada, resolvo sair, já se passaram bem mais que 30 segundos, acho que adormeces-te, vou até a porta do quarto, somente para espiar...
“- Sabia minha vadia, “ e de repente sais por trás de mim, e seguras-me pelos cabelos e arrastas-me para a cama...
“- Que susto!”
Deitas-me na cama com teu corpo sobre o meu, sinto tua respiração, começas a beijar-me na nuca, as tuas mãos passeiam pelo meu corpo,... “-entrega te, pensas-te que me podias vencer não é?”
 “- Nunca!”
Sinto o metal frio de uma algema ser passada nos meus pulsos, numa rapidez incrível, depois tu te levantas, seguras os meus tornozelos e também os prenderás á cama...
 “-Agora tu vais pagar, por tudo, minha vadiazinha”... Sinto as tuas mãos na minha camisola, rasgando-a inteira...
Estou a olhar pra ti, ofegante, excitada, começas a acariciar o meu rosto, fecho os olhos e sem aviso um estalo, forte, decidido... Sinto as tuas mãos sobre os meus seios, apertando os bicos,“- ahhhhhhhhhhh”
“- Isso minha putinha, agora é a minha vez...”
Uma das tuas mãos desce até ao meio das minhas pernas e começas a provocar-me, a apertar.
“- Estás molhada  putinha, quero que te venhas na minha mão, agora!”
Olho pra ti, a minha excitação esta visível, palpável, mas resisto...
Fises-te um sorriso maléfico, e os teus dedos penetram-me, num vai e vem louco, frenético... “- vem-te vadia”
Não aguento, solto um grito involuntário, arqueio o corpo na tua mão, fecho os olhos, sinto-me flutuar... Solto o corpo vencida, respiro fundo.
Tu estás de pé, ... braços cruzados, olhando-me...  “- vieste-te minha putinha? Agora vou te soltar, mas se saíres da linha de novo, vou  te prender e usar-te a noite toda, entendes-te? Vamos continuar a minha massagem... Responde!”
Olho pra ti. “- Ssim”
Um puxão nos cabelos e teu rosto fica perto do meu. “- Sim o que?” “-Ssim Senhor”
Uma bofetada  e novamente os meus cabelos nas tuas mãos.
“- Responde direito, afinal sou o teu Senhor, não é?”
Mordo os lábios, sinto uma pressão mais forte nos cabelos.
 “- Ssim Meu Senhor.”
“- Assim esta melhor, agora vou te soltar e me deitar  e quero que venhas por cima de mim, mas já sabes... Não fujas.”
Soltas-me e deitas-te calmamente, penso em sair, mas sei que será uma fuga temporária.
“- Temporária e desnecessária vadia.”
Olho pra ti... dás uma gargalhada alta.
“- Tu não aprendes, não tens segredos pra mim, se te deixei ficar escondida agora a pouco foi porque eu quis e não tu, agora anda...”
Tento retrucar, mas fico quieta, sento-me novamente sobre teu corpo, sinto-te desejo-te, começo a massajar-te, mas agora sentindo as tuas mãos sobre o meu corpo também, enquanto passo as mãos pelo teu peito, tuas mãos percorrem a minha barriga... meus seios... apertando... é inútil, começo a me excitar com força total, começo a deslizar pelo teu corpo, sinto o teu pau quente latejando... levantas-me um pouco, o suficiente para me penetrares, dou um grito, começo a cavalgar-te, a sentir-te dentro de mim... deito a cabeça pra trás...venho-me sem aviso, que tesão...
“- Minha Putinha, minha vadia...”
Começo a passar as unhas pelo teu peito, ainda te sinto dentro de mim... tuas mãos vão á minha nuca, puxas-me até á tua boca e beijas-me, de uma forma louca alucinada, não percebo... estás por cima de mim, como? Não sei, mas estás... mordes-me o pescoço, apertas-me os seios...
 “ -ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh,”
Venho-me mais uma vez, que loucura, que loucura total.
Tu, sorris... “- o que eu sou teu Putinha? Diz...”
Estou sem forças, fecho os olhos e viro o rosto.  “- Meu dono.”
“- Não assim não... “ fazes-me virar o rosto na direção do teu... “-abre os olhos e diz novamente.”
Obedeço, estou entregue... “- Meu Dono, Meu Senhor.”
“- O teu olhar diz-me muito mais do que tuas palavras, minha vadia Rebelde, agora quero ver-te render a mim de uma vez por todas...”
 “- Como? Já não disse que sou tua?”
“- Fica de quatro, de quatro anda, bem submissa pro teu Dono.”
Afasto-me um pouco e te olho... “- Ah, não, isso não...”
Um puxão nos cabelos, um aperto no bico do seio e a tua voz no meu ouvido.
“- Agora, não discutas”... afastas-te o suficiente pra que eu me possa mexer, cruzas os braços e ficas a olhar-me...”
Tento medir forças com o teu olhar, mas não consigo, viro-me e coloco-me de quatro pra ti...  “- Assim minha Vadiazinha linda e tesuda, assim mesmo...”
Sem aviso vens pra minha frente e colocas o pau na minha boca...
“- Chupa o teu dono, sente o teu gosto misturado com o meu...” Enquanto falas o teu dedo vai escorregando pelas minhas costas, e começas a brincar com o meu cuzinho, entrando, saindo... mais e mais...
Estou em chamas novamente...
“- Assim mesmo Putinha”
Sem avisar tiras o pau da minha boca e vais para trás de mim, puxas-me pelos cabelos... e penetras-me de uma única vez...  “- aiiiiiiiiiii,” dou um grito de dor e prazer.
 “- Assiim Vadia, enpina, mais e mais, sente o meu pau todo no teu cu, sente o teu dono sobre ti...”
Começamos uma dança louca, um vai e vem sem fim, sinto a pressão dos teus dedos no meu cabelo... Gritos gemidos, um loucura total, sinto o quarto desaparecer  á minha volta, sinto-te explodir num grito rouco, num gemido involuntário...
O teu corpo cai sobre o meu, ficamos assim, somente ouvindo a respiração um do outro voltar ao normal.
- Minha vadia, minha deliciosa Putinha, entendes-te agora que nunca vais começar e terminar, que sempre serei eu a dar a ultima palavra.
 “- Humm, talvez...”
“- Ah, é assim, então? Anda cá, vamos tomar um banho...”
Tomamos banho e fomos descansar...



Escrito por: Submissa Sara

Meu Corpo te Chama

Meu corpo te chama em sonhos,
a minha pele dorme em ti,
as tuas mãos navegam no meu céu de desejos incontidos!
És como o mar em tempestade, que invade a minha praia.
Sinto-me engolida pelas tuas ondas... 
e a lua espreita pela janela do nosso quarto, 
assiste á minha entrega, realçando as nossas emoções, 
prazer, puro prazer... em chuva de meteoros...
tua... sempre e para sempre tua deixo-me amar... amando!





Submissa Sara